O Futuro Já Começou: Automação Comercial em Supermercados

A tecnologia já é indispensável para o ser humano e faz total diferença em qualquer empreendimento que busca por constantes êxitos. É através dela que as diversas necessidades da empresa são atendidas, principalmente quando o assunto é diminuição de gastos e conquista de novos clientes.

No supermercado, a automação comercial troca atividades manuais por atividades automáticas e está presente em várias tarefas cotidianas, desde o atendimento no açougue – quando o cliente retira sua senha e aguarda sua vez de ser atendido – até mesmo no caixa – momento em que o funcionário do estabelecimento pesa e verifica o valor total da compra através de seu sistema. Além disso, é por meio dessas soluções que há maior controle de estoque de maneira a evitar perdas e ausência de produtos, refletindo diretamente no setor financeiro.

Investir em automação comercial possibilita redução de gastos operacionais e, consequentemente, ganho de tempo, maior lucro e fidelização de clientes. Embora tenha ocorrido melhorias significativas no setor do varejo, a tecnologia avança a cada dia e empresários do ramo podem usufruir de novos parâmetros para sair na frente dos concorrentes. Mas, afinal, o que automatizar neste tipo de negócio?

“As possibilidades de melhorias internas são diversas. Existe no mercado produtos específicos para cada tipo de atividade. No açougue, por exemplo, o uso de balanças digitais, cortadores de carnes e frios, seladoras, entre outros equipamentos são imprescindíveis e as marcas estão em contínuo aperfeiçoamento, por isso, buscar inovar se faz importante”, conta Joannes Righetto, diretor da empresa ZIP Automação.

Alguns empreendimentos possuem etiquetas eletrônicas que são atualizadas automaticamente, as quais, além de exibirem valores, contam também com informações sobre ofertas relâmpagos, por exemplo. Esse mecanismo deve-se à automação comercial através de um sistema. “Os dados contidos nas etiquetas tornam a experiência do consumidor mais dinâmica, uma vez que o mesmo pode localizar o produto na prateleira a partir de seu próprio celular, como uma espécie de GPS”, explica Righetto. Tudo isso ajuda na redução do uso de papel, sem contar que as informações se tornam mais confiáveis e a agilidade na mudança dos valores pode permitir aos funcionários novas tarefas, contribuindo positivamente ao empresário na redução de custos.

Atendimento personalizado por meio de chatbots, aplicativos criados estrategicamente para vendas online, fim das filas devido a agilidade no caixa, estabelecimentos com self-checkout, inteligência artificial nas mídias digitais e equipamentos de automação comercial específicos – cuja principal função é agilizar processos internos – são algumas das mudanças que já vêm acontecendo e prometem aprimorar padrões varejistas.

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